Tan-dan-dan-tan-dan-dan...
Eu era recém-casado quando eu e minha querida esposa decidimos seguir em um Cruzeiro para o Caribe, eu vivia de dar aulas na universidade, mas felizmente consegui dinheiro apra realizar o sonho de minha amada esposa.
A conheci durante a minha infância e depois me afastei dessa adorável mulher por um bom tempo durante a fase que vivi em João Pessoa. O "reencontro" foi algo inexplicável e, bem...
Até hoje estamos juntos e felizes.
Mas nem tudo foi feliz durante essa viagem...
Não contávamos que em um navio daqueles poderia acontecer algo tão trágico.
Era um navio gigante, aparentava ser seguro, e bem...
Como eu havia dito antes era um lugar onde estavam os nobres e eu estava de "penetra", teoricamente. Como professor eu havia conhecido diversos lugares, mas empre a trabalho. Entre as conversas mais freqüentes do pessoal estava passar final de semana na Suiça em uma estação de ski, algo impossível de se imaginar para mim.
Durante as noites havia festas no navio com pratos sensacionais e música de boa qualidade, não era um Piiiiiiiiink Floyd, mas era sempre uma música clássica de boa qualidade.
Até que na noite de 15/10/2019 um grupo terrorista rende a tripulação e o capitão,naquele momento.
O medo havia se espalhado ali. Estávamos desesperados e sem saber o que fazer, percebemos um grande desvio na rota e agora o navio estava repleto de dinamites por todos os lados...
E, bem, não havia mais ninguém que soubesse manipular um leme de navio, pois o capitão e os marinheiros foram friamente assassinados e nós estávamos nas mãos daqueles malditos.
Muitas pessoas saltaram para a morte no oceano no mesmo dia em uma tentativa desesperada de se salvar nadando, mas pelo pouco que eu sabia, essa tentativa era desesperada. Esperei que alguns dias se passassem na esperança de que a guarda costeira viesse nos resgatar, mas isso não aconteceu e a tripulação que antes comia bem, estava feliz agora estava cada vez mais paranóica e passando fome, não se comia nada naquele navio há uns 5 dias...
Já estava começando a delirar e eu passei a cogitar a hipótese de me lançar ao mar e tentar me salvar, afinal os terroristas estavam longe de atingir o objetivo que era recuperar um antigo líder da América Latina bastante odiado pelo EUA e que se encontrava em uma prisão especial situada no panamá, acreditávamos que o Tio Sam não abriria mão de um prisioneiro tão importante facilmente. Os terroristas estavam cada vez mais enfurecidos e...
Vocês imaginam o final dessa história.
Foi então que em um delírio eu vi uma ilha muito distante a sudeste, não tinha a menor idéia de qual a distância daquela oasis, foi então que em um momento de insanidade eu e minha esposa saltamos.
Passamos dias, talvez semanasvagando pelo mar, até sem esperanças de sobreviver, mas conseguimos chegar até aquela ilha...
Era uma ilha esquisita, não tinha comida decente e, bem eu temia por uma tribo obscura que ainda não tivesse contato com a "civilização". Passado um tempo eu decidi explorar a ilha e não encontrei sinal de humanos hostis por lá...
Apenas coco...e coco
E foi assim que eu vi 197 dias e noites, já não em importava mais a minha aparência, pois na ilha havia me ferido gravemente e algumas cicatrizes surgiram em meu corpo...
Foi assim que vivi por um bom tempo, com uma barba gigante, com um cabelo irreconhecível, minha linda esposa também fora castigada pela ilha hostil e assim fomos encontrados por um navio petroleiro...
Mal sabia me comunicar com aquelas pessoas, mas eles devem ter sentido que precisávamos de ajuda.
Mais seis emses e finalmente revi meus velhos amigos, minha família e ninguém me reconheceu inicialmente, tamanha a agressividade daquele lugar.
Passei um bom tempo sem trabalhar depois que cheguei ao meu amado Brasil, pois tive que provar que de fato eu sobrevivi àquela triste viagem do navio S.S. John 142.
A comunidade científica e os alunos da universidade não lembravam mais de mim e hoje finalmente estou me recuperando de todo esse susto, agora vivo a minha vida de maneira diferente e agora sem viagens de navio.
Felizmente eu e minha amda estamos vivos e tentando superar tudo isso aos poucos com visitas freqüentes ao psicólogo.
Eu era recém-casado quando eu e minha querida esposa decidimos seguir em um Cruzeiro para o Caribe, eu vivia de dar aulas na universidade, mas felizmente consegui dinheiro apra realizar o sonho de minha amada esposa.
A conheci durante a minha infância e depois me afastei dessa adorável mulher por um bom tempo durante a fase que vivi em João Pessoa. O "reencontro" foi algo inexplicável e, bem...
Até hoje estamos juntos e felizes.
Mas nem tudo foi feliz durante essa viagem...
Não contávamos que em um navio daqueles poderia acontecer algo tão trágico.
Era um navio gigante, aparentava ser seguro, e bem...
Como eu havia dito antes era um lugar onde estavam os nobres e eu estava de "penetra", teoricamente. Como professor eu havia conhecido diversos lugares, mas empre a trabalho. Entre as conversas mais freqüentes do pessoal estava passar final de semana na Suiça em uma estação de ski, algo impossível de se imaginar para mim.
Durante as noites havia festas no navio com pratos sensacionais e música de boa qualidade, não era um Piiiiiiiiink Floyd, mas era sempre uma música clássica de boa qualidade.
Até que na noite de 15/10/2019 um grupo terrorista rende a tripulação e o capitão,naquele momento.
O medo havia se espalhado ali. Estávamos desesperados e sem saber o que fazer, percebemos um grande desvio na rota e agora o navio estava repleto de dinamites por todos os lados...
E, bem, não havia mais ninguém que soubesse manipular um leme de navio, pois o capitão e os marinheiros foram friamente assassinados e nós estávamos nas mãos daqueles malditos.
Muitas pessoas saltaram para a morte no oceano no mesmo dia em uma tentativa desesperada de se salvar nadando, mas pelo pouco que eu sabia, essa tentativa era desesperada. Esperei que alguns dias se passassem na esperança de que a guarda costeira viesse nos resgatar, mas isso não aconteceu e a tripulação que antes comia bem, estava feliz agora estava cada vez mais paranóica e passando fome, não se comia nada naquele navio há uns 5 dias...
Já estava começando a delirar e eu passei a cogitar a hipótese de me lançar ao mar e tentar me salvar, afinal os terroristas estavam longe de atingir o objetivo que era recuperar um antigo líder da América Latina bastante odiado pelo EUA e que se encontrava em uma prisão especial situada no panamá, acreditávamos que o Tio Sam não abriria mão de um prisioneiro tão importante facilmente. Os terroristas estavam cada vez mais enfurecidos e...
Vocês imaginam o final dessa história.
Foi então que em um delírio eu vi uma ilha muito distante a sudeste, não tinha a menor idéia de qual a distância daquela oasis, foi então que em um momento de insanidade eu e minha esposa saltamos.
Passamos dias, talvez semanasvagando pelo mar, até sem esperanças de sobreviver, mas conseguimos chegar até aquela ilha...
Era uma ilha esquisita, não tinha comida decente e, bem eu temia por uma tribo obscura que ainda não tivesse contato com a "civilização". Passado um tempo eu decidi explorar a ilha e não encontrei sinal de humanos hostis por lá...
Apenas coco...e coco
E foi assim que eu vi 197 dias e noites, já não em importava mais a minha aparência, pois na ilha havia me ferido gravemente e algumas cicatrizes surgiram em meu corpo...
Foi assim que vivi por um bom tempo, com uma barba gigante, com um cabelo irreconhecível, minha linda esposa também fora castigada pela ilha hostil e assim fomos encontrados por um navio petroleiro...
Mal sabia me comunicar com aquelas pessoas, mas eles devem ter sentido que precisávamos de ajuda.
Mais seis emses e finalmente revi meus velhos amigos, minha família e ninguém me reconheceu inicialmente, tamanha a agressividade daquele lugar.
Passei um bom tempo sem trabalhar depois que cheguei ao meu amado Brasil, pois tive que provar que de fato eu sobrevivi àquela triste viagem do navio S.S. John 142.
A comunidade científica e os alunos da universidade não lembravam mais de mim e hoje finalmente estou me recuperando de todo esse susto, agora vivo a minha vida de maneira diferente e agora sem viagens de navio.
Felizmente eu e minha amda estamos vivos e tentando superar tudo isso aos poucos com visitas freqüentes ao psicólogo.
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